Para Rômulo

Leva-se muito tempo para ser jovem.



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 15h43
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Depois de Amanhã (ontem)

Depois de tempestades mil hoje o dia nasceu lindo com um céu azul glorioso. Até meu humor melhorou. A cidade está se rcuperando e parece que eu também me recupero. O futuro revela grandes esperanças.

Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 15h35
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Alagados

O Rio Tietê, após tres anos sem transbordar, transbordou... inundou a Marginal e instaurou-se o caos em SP em plena véspera de feriado. Há mais de 100 pontos de alagamentos na cidade e vários quilometros de congestionamento. Essa manhã estava assim, imagina à tarde onde os veículos sairão da cidade em busca das áreas serranas do estado pra curtir o feriadão em torno de uma lareira bebendo um bom vinho.... Afinal, toda e qualquer oportunidade que o paulistano tem de sair da cidade ele o faz, mesmo com o transito parado. Isso que é disposição! 

A chuva deu trégua, pelo menos aqui na zona oeste, mas o tempo está todo fechado e deve chover mais. Como eu não podia perder a oportunidade, matei aula por conta disso. Imagina ficar uma hora dentro do carro num engarrafamento pra percorrer 3 quilometros! Há desculpa melhor?

Diante de todos os acontecimentos eu fico atônita. Ontem chorei, hoje devo chorar, obviamente, longe de todos. Previsão de grandes alagamentos na cidade, eu confesso que já estou alagada.

 



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 11h22
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Não sei o que é pior: a incapacidade de perceber ou a incapacidade de tolerar.

“(...)

Resta essa vontade de chorar diante da beleza
Essa cólera em face da injustiça e o mal-entendido
Essa imensa piedade de si mesmo, essa imensa
Piedade de si mesmo e de sua força inútil.

Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado
De pequenos absurdos, essa capacidade
De rir à toa, esse ridículo desejo de ser útil
E essa coragem para comprometer-se sem necessidade.

Resta essa distração, essa disponibilidade, essa vagueza
De quem sabe que tudo já foi como será no vir-a-ser
E ao mesmo tempo essa vontade de servir, essa
Contemporaneidade com o amanhã dos que não tiveram ontem nem hoje.

Resta essa faculdade incoercível de sonhar
De transfigurar a realidade, dentro dessa incapacidade
De aceitá-la tal como é, e essa visão
Ampla dos acontecimentos, e essa impressionante

E desnecessária presciência, e essa memória anterior
De mundos inexistentes, e esse heroísmo
Estático, e essa pequenina luz indecifrável
A que às vezes os poetas dão o nome de esperança.

Resta esse desejo de sentir-se igual a todos
De refletir-se em olhares sem curiosidade e sem memória
Resta essa pobreza intrínseca, essa vaidade
De não querer ser príncipe senão do seu reino.

Resta esse diálogo cotidiano com a morte, essa curiosidade
Pelo momento a vir, quando, apressada
Ela virá me entreabrir a porta como uma velha amante
Mas recuará em véus ao ver-me junto à bem-amada...

Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto
Esse eterno levantar-se depois de cada queda
Essa busca de equilíbrio no fio da navalha
Essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo
Infantil de ter pequenas coragens. “

 

Vinícius de Moraaes: o Poetinha



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 15h14
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M A I O

 O nome maio é de origem grega. Como era o mês que homenageava Júpiter, o Deus do Olimpio, colocaram de Maius, que significa aquele que é Maior!

 

* Júpiter que governa sagitário. Signo do centauro – metade homem metade cavalo. Signo de Caio Campos e de Caius Cesaer, O Calígula, que amava seu cavalo, incitatus!

 

* O primitivo calendário da cidade de Roma, era um calendário lunar, e tinha 304 dias, divididos em dez meses, desde Março a Dezembro. O ano começava em 1 de Março. É atribuido a Rómulo. Numa Pompilius, que por tradição foi o segundo rei de Roma ( 715-673 BC ? ), acrescentou lhe mais dois meses, Janeiro e Fevereiro, para um ano de 354 dias.

 

Continuando meus estudos astrológicos sobre o mês de Maio, algumas peculiaridades devem ser acrescentadas.

Já que a insônia me bate de tal forma, que o mais sensato é esperar a estrela da manhã “de março” me levar pra cama. Isso quando ela dá o ar de sua graça - e de seu brilho.

 

Mês da noite da Lua Azul, assim é conhecido maio.A Lua tem duas cores neste mês, dependendo em que ponto sazonal você está.

Mês de espera da metamorfose. Dizem as lendas que, se um arco-íris surge em Maio, (coisa rara) significa Paz.

 

* O mês da noite azul, da lua azul, Blue moon! Quem não conhece a canção Blue  Moon  Of  K entucky,  Composição de Bill Monroe que Raul fez um arranjo misturando rock com Baião de luiz gonzaga. Genial Raul!

 

 No Brasil, como todos sabem, celebramos os santos negros: Santa Efigênia, São Benedito e Nossa Senhora do Rosário. Essa ultima formou as guardas do congado. Festa do Boi, levantamento do mastro para coroar nome rei os escravos:

 

No dia 13 de maio

nêgo era escravo

A princesa libertou

Nego véi era escravo

Nego véi virou senhor.”

 

 * Eu gosto do mês de maio porque tem dois feriados. Eu gosto de religião porque proporciona Feriados. E essa “religião” do congado deixa os santos cristãos mais brasileiros. É dia de beber cachaça e sair batendo tambor na rua. O congado (o candomblé, umbanda, candombe e toda cultura afro-btasileira) é celebrada no brasil, assim como Dionísio era na antiga Grécia. É a mesma merda, acreditem.

 

Podemos merdualizar qualquer coisa. Olha o que pari do mês de maio. Até dezembro já enlouqueci.



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 02h08
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Por falar em maio, esse mês que se transformou em um ídolo pra nós, ou nem tão ídolo assim. Achei um conto de Maio e resolvi publicar. Parece que tudo que se escreve sobre maio tem alguma coisa de solidão. O conto é belíssimo.

 

Conto de maio

Margrit Schmidt

Abrir a caixa postal para aplacar a angústia. A solidão, rainha dominatrix, lanha a alma nesta manhã no mais luminoso dos meses no planalto central: Maio. A mão, algo trêmula de tristeza, começa a teclar os caminhos até a caixa de entrada. Receber, poc!

Lá estão as mensagens. Uma a uma, são lidas em velocidade acelerada. Pudera, nenhuma vem pra falar ao coração. Nada que solicite muita atenção. Aquela frustração, começando a tornar-se familiar, insinua-se.

Instala-se. Desdobra-se em uma espécie de dor de cabeça que vai (você sabe) acompanhar seus passos e pensamentos pelo resto do dia. Outra página, outro site. Outras palavras, outros caminhos a serem percorridos na rede. Afinal alguma produtividade deverá ser requerida. Nem que seja no dia do juízo, aquele, bíblico e derradeiro... Qual! Infelizmente as cobranças chegam bem antes. O real é implacável. Não dá nem pra se ligar nas interpretações clássicas do fim do mundo.

Que inferno é esse? Que raio de combinação entre o “dia a dia” de todos os dias e a expectativa do “fim de tudo” no mesmo momento, na mesma mente? Medo???

Num momento real de frustração (porque choveu ou não choveu, porque a mensagem não chegou ou porque chegou) os medos se misturam num só bolo gigante. “Solicitamos comer o bolo todo e deixar tudo bem limpinho depois” Acesas as palavras na placa de néon lilás.

Lilás, sim, lilás. A contemporaneidade desta imagem exige lilás. O sofrimento nos dias de hoje é lilás. Deve haver algum tipo de explicação para este fenômeno. Não é possível, porém, evocar santo algum para a performance teatral que vai representar o texto com a conclusão. Os santos, pelo menos os mais conhecidos, estão reunidos num convescote à beira mar. De lá deverão enviar uma mensagem. Talvez expliquem, talvez não.

Continuar bisbilhotando na rede, enquanto seu lobo não vem... Ficar imaginando coisas evitando os movimentos, os mínimos, dos dedos. Passeando pelas perguntas sem respostas que teimam presença nos momentos mais brancos do dia. De olhos abertos para a claridade e a cegueira da dúvida a imobilizar qualquer possibilidade. As imagens da memória começam a introduzir motivos. Aquele frescor naquele mato molhado numa manhã fria, em outro canto do planeta traz de volta o bem estar do aqui e do agora. Resgate de alguma plataforma de lançamento com um foguete que remeta ao futuro. Estou com preguiça de caminhar até lá.



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 16h51
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Informações astrológicas do mês de maio, em verso e prosa, estudadas e passadas através de um processo de transe.

 .:

                                                               

 O Segredo do mês de Maio

 

Em todos os meses inventivos do ano, existem estações determinadas.

Ao contrário de maio, que nunca termina. Maio é verso-mês indeterminado.

Como o mês de nascembro, mês onde nascemos de novo.Cielo estrellado

Mês inventado por uma pisciana, zodíaco que antecede o apocalipse.

Antecede, também, o décimo terceiro zodíaco,

Quem conhece sabe. Alias, quem conhece alguns segredos do universo,

Saberia que maio poderia ser estação de outono, e inverno mês de Junho.

Maio, esse toureiro venusiano - elementar de Terra

Belo Horizonte só seria visto no mapa,nas férias, e São Paulo, bem...

São Paulo? São Paulo não foi o décimo terceiro apóstolo?

 

 

Caio Calígula Campos

                                                                                                                           

 noite de maio



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 02h35
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Tarde de Maio

Carlos Drummond de Andrade

 

Como esses primitivos que carregam por toda parte o maxilar inferior de seus mortos, assim te levo comigo, tarde de maio, quando, ao rubor dos incêndios que consumiam a terra, outra chama, não perceptível, tão mais devastadora, surdamente lavrava sob meus traços cômicos, e um a uma, disjecta membra, deixava ainda palpitantes e condenadas, no solo ardente, porções de minh’alma nunca antes nem nunca mais aferidas em sua nobreza sem fruto.

 

Mas os primitivos imploram à relíquia saúde e chuva, colheita, fim do inimigo,  não sei que portentos. Eu nada te peço a ti, tarde de maio, senão que continues, no tempo e fora dele, irreversível, sinal de derrota que se vai consumindo a ponto de converter-se em sinal de beleza no rosto de alguém que, precisamente, volve o rosto e passa...

 

Outono é a estação em que ocorrem tais crises, e em maio, tantas vezes, morremos.

Para renascer, eu sei, numa fictícia primavera, já então espectrais sob o aveludado da casca, trazendo na sombra a aderência das resinas fúnebres com que nos ungiram, e nas vestes a poeira do carro fúnebre, tarde de maio, em que desaparecemos, sem que ninguém, o amor inclusive, pusesse reparo. E os que o vissem não saberiam dizer: se era um préstito lutuoso, arrastado, poeirento, ou um desfile carnavalesco. Não houve testemunha. Nunca há testemunhas. Há desatentos. Curiosos, muitos, quem reconhece o drama, quando sprecipita, sem máscara?

 

Se morro de amor, todos o ignoram e negam. O próprio amor se desconhece e maltrata. O próprio amor se esconde, ao jeito dos bichos caçados; não está certo de ser amor, há tanto lavou a memória das impurezas de barro e folha em que repousava. E resta, perdida no ar, por que melhor se conserve, uma particular tristeza, a imprimir seu selo nas nuvens.

 



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 15h22
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O lirismo como fuga. Eu, como dono do meu tempo. Tempo para ter fuga.

 

Minha casa é tão grande, com tão pouco espaço para alguém ser feliz.

A casa é cheia de monstros e invasores. Eletrodomésticos, móveis, campainhas, alarmes, tomadas, fios, tubos, conexões, eletroeletrônicos.

 

Tantas portas fechadas, tantas chaves, para qual, a sua porta, para qual, a sua necessidade.

 

Tantas janelas com grades, muros com cacos de vidro, cercas elétricas, portões pontiagudos.

 

E o telefone tocando dezenas de vezes ao dia, a campainha fazendo cobrança: pão, conta de luz, água, telefone - esse raio de campainha também pede esmola -, campainha do padeiro, do pedreiro, do pedinte, da polícia. Daqui a pouco do ladrão.

 

É horário pra tudo, de quinze em quinze minutos você tem horário, um momento de reflexão não tem a carga temporária de, no máximo, 15 minutos: no ponto de ônibus – o ônibus passa daqui a quinze minutos.

 

Daqui a quinze minutos é hora de você tomar café em três minutos, porque daqui mais dez minutos você tem que pegar o tal ônibus que passa em cinco minutos que te deixa na universidade faltando cinco minutos para bater o sinal para que todos entrem em sala. Você tem um minuto para falar da sua rotina com os colegas, para depois ter um minuto para sentar, quando o professor entra na sala. O minuto seguinte você responde chamada, e aí são tantos minutos para cada atividade, mais quinze para o intervalo. No final a turma quer matar o relógio, porque faltam quinze minutos para aquele tal ônibus, que te levou, trazer você de volta.

 

Socorro!

 

Você faz tudo isso, porque você quer se tornar um grande homem, um grande profissional, com tempo para desfrutar da sua grande casa, com seus eletrodomésticos, monstros e invasores, campainhas, celulares, eletroeletrônicos, eletrodomésticos, tudo que uma casa pode te dar de solidão, tristeza e lirismo.

 

 

10 de maio de 2005, e contando...

 



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 20h53
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Pedido

Caio, me empresta um pouco de lirismo porque a minha fonte secou.

Empresta?



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 17h20
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Existencialismo

Ultimamente eu ando sem saber quais das palavras que eu escrevo, realmente existem. A  minha vida está assim: um eterno empurrar pedra morro acima pra ela descer morro abaixo. Eu empurro mesmo assim e sei que ela vai rolar mesmo assim empurro. Eu existo.

 

"Recomeça

Se puderes,

Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres

Nesse caminho duro

Do futuro

Dá-os em liberdade"

 

Ainda tenho esperança



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 16h42
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subtítulo: escada para o nada

 Tudo vai, tudo passa

         Tudo sobe-desce

                     Tudo página

            Quando se vai

          Cai da escada

                   Gargalhadas!

                       Eutamo tudo junto

                       Se te amasse separado

                                      Não concretizava

                     Meu texto, oculto.

                          Concreto e abstrato

                                    Título: ocultismo II

          

          

 



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 01h19
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oCULTísmo.

 

Sou uma comédia típica dos teatros do grande Paternon grego.

Uso a palavra para existir, eu próprio sou uma farsa, uma alusão ao erro.

Eu invento e depois debocho da minha própria invenção contingente.

Prefiro ser essa farsa e ter consciência que vou rir do finalmente.

Pela palavra eu virei uma comédia - para os olhos dos outros, uma tragédia.

Para os ouvidos dos vivos, um ruído de comunicação constante.

Para os loucos, o louvor de quem me odeia, me detesta e me alimenta.

Sentir além dessa fartura, que assume meu próprio convencimento.

Elege-me como alma do fogo, a inspiração, patrono maior da super-estimação.

 

Caio

 

 



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 00h46
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Venezuela, minha Pátria querida.

A capa da VEJA desta semana, sobre o presidente venezuelano Hugo Chaves, reafirma o medo dos banqueiros, dos empresários e de toda turma da direita aqui do Brasil. Reafirma, decerto, também, o medo do brasileiro. Eu vou lhes contar a verdade sobre a Venezuela, (sou jornalista, tenho fé pública, fé religiosa, bafo de cachaça e cigarro caindo entrelábios).

Morei três anos na Venezuela, Lá, se aprende a cantar o hino da Venezuela, o hino da bandeira, e o hino à Simon Bolívar (que libertou os andinos) aos quatro anos, se aprende a ler e a escrever, e aos cinco anos você apresenta trabalhos para a classe inteira, de pé, lá na frente.

Por informações de meu Tio João e do meu Primo Leopoldo (segundo meu pai), as escolas mantém o mesmo ensino até hoje. Esse meu tio vende cartelas de jogos (legalizados!!) lá na Venezuela (o que vale a Telesenas e raspadinhas aqui no Brasil), e disse, em bom castelhano, que não troca o dinheiro que ele ganha lá por nenhum salário brasileiro. Às vezes Meu tio João Garrido passa férias no Brasil, em Santos, num Apê, no quarteirão de frente para a praia. Ok, bem classe média, como esse texto que escrevo.

Voltando à matéria da Veja. A matéria desmoraliza o governo de Chaves, (ok, phodas para a Veja e para o Hugo chaves) expondo pesquisas e estatísticas que representariam o empobrecimento financeiro, atraso ideológico e irresponsabilidade governamental. A veja dá uma ênfase absurda aos erros de Chaves, e pouco mostra que a Venezuela vem crescendo a cada ano (bem mais que o Brasil) no cenário latino americano. Chaves faz um bem danado para a venezuela. Exagero? A Venezuela colocou em pauta várias questões (para o bem ou para o mal): 1) a soberania de um pais sobre seu produto interno 2) o que é democracia ou socialismo contemporâneo? Além de estar ajudando a tirar Cuba da prisão, com o que a terra da Venezuela tem de mais rico (depois dos Venezuelanos QUE DEMAGOGIA CAIOCITO, sorry for), o seu Petróleo. E com isso, quem sabe cuba, respire um pouco de tecnologia, quem sabe a Venezuela dê aos Cubanos um pouco de “combustível” para que eles possam voltar a andar.

O embargo americano à essa ilha é muito mais grave que a guerra do Vietnã, ou a do Iraque, no entanto não se discute isso, é algo banal, que faz parte, virou tema para ter assunto nas aulas de política ou história, e mais nada. E o caso da Venezuela? Só se falava na Venezuela em aulas de geografia, quando o professor perguntava as capitais dos paises sul-americanos.

Hugo Chaves merecia o prêmio Nobel da Paz ajudando Cuba,(yeah, já premiaram personalidades mais banais) e merecia o Prêmio Nobre da esquerda (burra, tonta, mas esquerda ESQUERDA MAIÚSCULA). Luta que os brasileiros queriam quando votaram no Lula. Hugo Chaves é o verdadeiro Lula que a esqueda brasileira votou, mas que na hora do vamos ver, amarelou como a cor da nossa bandeira. A nossa esquerda é uma zero a esquerda.

Lula é medroso e acomodado como o brasileiro, não gritou. Lula é o reflexo do povo brasileiro, faz exatamente o que os brasileiros fazem, NADA.

Chaves é o Lula que o brasileiro quis, mas não merece. (para o bem e para o Mal) 

C. Campos



Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 23h22
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Um Jazz

Hoje alguém me indicou uma música. Eu, ingenua, fui ouvir e era um jazz... daqueles que doem como ferida aberta. Logo em seguida me lembrei que daqui a um mês farei aniversário. Pela primeira vez isso não me deprimiu. Fiquei feliz, a ferida se fechou e a música, apesar de triste ficou alegre. Não dói mais, parou de arder... soa leve. É uma trilha sonora perfeita pra uma tarde perfeita de terça-feira. O frio continua, a política continua e a melancolia dá trégua.

Escrito por Caio, Cássio, Plínia e outros. às 17h16
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[ ver mensagens anteriores ]
Autores:

Caiocito Campos, sofista inventor de teses obscuras e opinista esteta comportamental.

Plínia Campos, advogada que está quase fazendo qualquer coisa, sendo este quase, mínimo.

dublesdepoeta@yahoo.com.br


 
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