Evidências da entrevista cedida por Caiocito para a Revista Canal - Km53.

Da infância solitária, ao egotismo agudo de hoje. II - parte

Ckm53: Falando em coisa de criança. O menino que viveu em Caracas, na Venezuela, tem influência direta na escrita do homem de Belo Horizonte?

Caiocito: Tem sim. O menino da Venezuela aprendeu a viver sem amigos e sozinho. E quando ele tentava se comunicar com outra pessoa, ele era incompreendido, porque embolava os dois idiomas, que são parecidos, o castelhano, onde aprendi a ler e escrever primeiro, e o português, que eu falava em casa. Eu aprendi desde menino que eu era incompreendido e que ficar calado e sozinho era uma boa. Então eu tinha que me amar muito e ser bastante interessante para mim mesmo. Por isso sou tão excêntrico e egotista.

 

 

Ckm53: Você não tinha amigos na infância, e hoje?

Caiocito: Eu não tinha amigo. Meus amigos eram as coisas. Pelo fato de não ter muito contato com pessoas, eu comecei a me aproximar das coisas; livros, chiripas e das cucarachas. Hoje eu amo as pessoas. Mas só as pessoas que eu tenho pouco contato. Quando tenho contato demais, começo a ficar insuportável, deve ser trauma de infância.

 

Ckm53: Você gosta muito de animais, né?

Caiocito: Eu gostava era de insetos. Nunca gostei de animais. Eu achava os insetos uns bichos misteriosos, exóticos, que tentavam se comunicar comigo. Um dia eu peguei uma barata - isso foi lá na Venezuela - uma bem grande e a coloquei num vidro, tampei esse vidro e fui para a escola. Quando voltei de noite, ela estava fraquinha, quase não andava. Então eu fui dormir e a levei comigo, para minha cama. Quando acordei, no dia seguinte, ela já tinha fugido. Fui saber depois de anos que elas fingem de mortas. São grandes atrizes, interpretam bem um estado de morte, já viu? São dramáticas; caem de pernas pro alto e ficam imóveis. Uma vez eu amputei as patas de uma barata para ela não fugir - malvadeza de menino -, mas o que eu queria mesmo é que ela não fugisse, ficasse comigo, olha a psicologia humana aí?, depois a barata ainda conseguiu fugir sem as pernas, talvez essa tivesse asas. A barata é um bicho difícil de morrer, elas sobrevivem até às matérias radioativas. Então eu guardei as patinhas da barata, eu achava aquela patinha linda, com a cutícula bem cascuda, linda mesmo. Coloquei aquilo numa caixinha de fósforo e dei de presente para a minha mãe (risos). Apanhei tanto e sem saber por quê. Fui saber depois de grande.



Escrito por Dublês de Poeta às 13h09
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"Não. ninguém é inocente. Eu acredito em heróis". Entrevista concedida por C. Campos 

Para a Revista Canal-Km53 de Francis Nova. Uma nova maneira de se fazer auto-entrevista.

 

(...) Ckm53: Agora um pouco do triunfal Zaratustra, que você diz ser o maior dos livros. (Assim Falou Zaratustra).

Caiocito: Pois é, naquela época sim, o Nietzsche é muito sedutor, né? Ele cometeu o meu pecado predileto: a soberba. Mas esse livro é uma mistura de soberba e avareza. Esse livro é uma espécie de oitavo pecado capital. Eu acredito em heróis. Como o Nietzsche acreditava também, no heroísmo de Zaratustra.

 

Ckm 53: E Quando Nietzsche Chorou”. Você foi ás lágrimas?

Caiocito: Eu não li aquele livro, eu fiz uma resenha imaginativa, como disse a voce anteriormente, não sou idealista, sou fantasialista. Eu imaginei como alguém escreveria algo assim sobre o Nietzsche. Ele sendo curado por Freud, depois chorando e tal. É tudo mentira, e eu deixo bem claro na minha crônica que eu nem sequer havia lido a orelha do livro. Eu li só o título e fiquei sabendo que tinha Freud no meio.

 

Ckm53: Este comando organizado do PCC, você acha que um ato heróico vai acabar com isso?

Caiocito: Veja, hoje detonam os Estados Unidos, poxa, eles foram soberbos e avarentos. - Eu vou chegar no PCC-. Os Estados Unidos foram soberbos tanto na época de sua independência como hoje em dia também. Quando isso passar, esse imperialismo americano, todos irão falar da soberba e da grandeza que foi aquilo. Como o Império Romano. Como Napoleão, levando em conta suas proporções.  E o PCC está fazendo uma das maiores revoluções do Brasil, o PCC faz parte do povo brasileiro, é o povo brasileiro, é claro que existe exceção, mas hoje eles representam mais o que é uma nação indignada contra o Estado.  Eu odeio gente que fica fazendo protesto com berros e cartazes. Tenho que dizer que a maior revolução que o Brasil presenciou, a mais organizada que já aconteceu no Brasil, é essa do PCC. Estamos vivendo um momento histórico muito importante, tanto nacional como mundial.

 

Ckm53: Este comando organizado não o aterroriza? Não sente a dor das pessoas inocentes que estão morrendo?

Caiocito: Não. Ninguém é inocente.  E eu me sinto protegido fisicamente. Não é uma acomodação. Mas são as dores do parto.

 

Ckm53: A dor fantasiosa não é maior?

Caiocio: Quando eu era criança e pensava numa dor maior, eu pensava no inferno. Mas depois de sofrer algumas dores, tanto física quanto espiritual, eu percebi que até no inferno as coisas se acostumam. E dá para se viver com uma certa paz. De tanto sofrer, pensamos: “já que estamos no inferno, vamos fazer uma rebelião contra o capeta”, afinal, somos a maioria. (...)



Escrito por Dublês de Poeta às 15h08
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“Impunidade é um verbete do léxico da direita, porque no nosso país sobra punição” Nilo Batista



Escrito por Dublês de Poeta às 07h13
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Dia 31-08 é o Décimo Segundo Aniversário do PCC

Eu quero sair de dentro da minha superficialidade e viver alguma íntima emoção. Por favor PCC jogue uma bomba na porta da minha casa, de preferência em cima de mim,  para que a vida seja mais suportável. Esse frisson da violência comove qualquer mortal, até os mais entediados, alienados e superficiais. Eu comecei a beber por causa de um homem e ainda não pude lhe agradecer. Alguma dose de realidade é necessária, mas viver a maior parte do tempo em plena lucidez é impossível, alguns artifícios devem ser usados, por alguns com moderação, pois o corpo, belo corpo, adquire tolerância ao ardil. É uma pena.



Escrito por Dublês de Poeta às 15h25
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Teatro

 

Um cara chega no meio de uma peça de teatro e grita: “É culpa do texto”.

O público é tomado por uma mudez atmosférica contagiante.

O cara continua interrompendo a peça aos berros, com o antibraço e o dedo indicador erguido: “O texto é sempre o culpado de todo contexto”

Uma senhora, daquelas bem velhas , que vão aos teatros só para chorar, começa a chorar. (não se sabe o porquê. Aliás, essa velha sempre invade os meus textos igual esse cara que gritou no meio da peça).

Um cavalheiro, daqueles que não sabem gritar, se levanta e pede baixinho: “xiii”

O cara respeita o cavalheiro. Afinal de contas, ele estava com uma bela indumentária...

Quando de repente entra uma mulher pelada. Peladona!

Aí você pergunta: “Na peça, no teatro?”.

Não, no texto.

Já vira logo um bom pretexto

para não se escrever mais nada.



Escrito por Dublês de Poeta às 12h24
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Sinopses

 

Oh! grifomaníaco.

Esse tarado!

infectuoso abjeto das coisas em branco.

Uma imagem ali... hum

Um pouco de zoom... ai

Seu olho está fértil hoje,

Para eu poder lhe enfiar esses escritos? 

A coisa virgem pede alegremente

Após ler este incidente:

Rasgue o meu roteiro.

Quero ser diferente

 

Para você

A palavra que sai de mim

Essa sim

Supera todo o meu ser.



Escrito por Dublês de Poeta às 12h18
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No show de música

 

Um cara invade o palco de um show da banda mais famosa da cidade, toma o microfone do vocalista e grita: “De que valem os letristas de música!”.

A Banda continua tocando. o Cantor sem palavras fica mudo: o óbvio.

Público (para de cantar e começa só acompanhar a melodia)

O cara invasor se empolga com o microfone na mão e começa a bater na cabeça do cantor até sangrar.

O baixista, o mais maníaco de todos, larga o instrumento e voa com os dois pés na cabeça do cara.

A platéia vai ao delírio e começa a gritar: “porrada... porrada!”.

Todos os músicos param. Os seguranças entram. O público começa a brigar entre si. A briga se generaliza por todo o ginásio onde estava ocorrendo o show. Um telespectador, que assistia ao Show ao vivo pela televisão começa a discutir com o outro e começam a brigar também.

De repente era só um filme.

Aonde?

E sobem as legandas...

 

Tire as cores da sua televisão

 

Deixe a tela plana escura

 

De que vale a pintura?

 

Deixe a tela plana escura

 

De que vale a curva

 

Dentro de uma arquitetura...

 

FIM!



Escrito por Dublês de Poeta às 12h06
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Jornalismo, um curso técnico para mulherzinhas - ou, da arte de se criar um jornalismo Reality Show foto-Novela.

 

 Tentei encontrar alguma figura ou personalidade que ilustrasse o jornalismo, e as primeiras fotos da página do google que representa essa figura, são essas fotos aí de cima.

 O último capítulo dessa foto-novela está aqui Deixei pro final a melhor!!!!



Escrito por Dublês de Poeta às 14h39
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Sobre a Palestra de João Gilberto Noll  para o Salão do Livro e outras observações.

 

 

 

 

Ao contrário de Luiz Fernando Veríssimo (o Paulo Coelho da crônica brasileira), a palestra de João Gilberto Noll, no Pavilhão Mário Palmério, para o Salão do Livro, estava praticamente vazia. J.G Noll, que ganhou o maior prêmio da literatura brasileira, o Jabuti, e por duas vezes seguida, 2004 e 2005, foi assistido por meia dúzia de pessoas.

 

Jornalismo, um curso técnico de mulherzinha.

 

Eu pude sempre perceber que o público e os jornalistas sempre estragam palestras de escritores. O público porque cria uma anti-atmosfera de desconhecimento total sobre o autor, como foi o caso de Noll, que parecia um sujeito meio louco falando para uma platéia meio abobada . Por outro lado, quando não chega quase à histeria total, no caso de L. F. Veríssimo, transformando o escritor num popstar.

 

E o jornalista, personagem tão demasiadamente emotivo da palestra, entra numa empatia tal com o público, criando um clima tão desconfortável para o escritor, que chega a irritar tanto o sujeito louco como o popstar.

 

O Jornalista tem apenas o dever de localizar o público para ele não ficar totalmente perdido igual uma galinha desesperada no meio da avenida, tentando não ser atropelada pelas palavras do escritor. O jornalista tem que ser mais cru, mais objetivo quando está entrevistando alguém, ou sendo o mediador da palestra.

 

O jornalista, não sei se é uma característica do jornalista brasileiro, ele tem a mania de querer montar uma crônica dele no meio da entrevista – ou servir de orelha de livro para a palestra, ainda que a palestra esteja em andamento.

 

Eu, sinceramente, quase me levantei e pedi que os jornalistas, assim como o público e todas as pessoas normais, que se levantassem e se retirassem daquele lugar, porque eu queria escutar o J.G Noll sem amolações. Deixaria apenas o pessoal da organização ali, porventura ocorresse algum problema técnico na iluminação ou no som etc.



Escrito por Dublês de Poeta às 13h54
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Um risco, uma incógnita.

 

“Do Desespero de Contar uma História ou da Arte de Ser um Unicórnio”, peça de Juarez Dias, que traz uma adaptação de “O Unicórnio”, Livro que mistura ficção e auto-biografia de Hilda Hilst. A peça, atração do 7º Salão do Livro de Belo Horizonte, nos convidou a conhecer uma obra pouco divulgada de umas das maiores escritoras do Brasil, Hilda Hilst.

 

Dayse Bélico e Rodrigo melgaço interpretam alguns diálogos e a inquietante personalidade da autora. Um texto fabuloso; por vezes poético-filosófico, por vezes tragicômico. A entrada do vídeo, com imagens de Hilda Hilst, falando de sua obra, obscureceu ainda mais a nossa expectativa de como o diretor iria pensar, editar e montar um diálogo tão fantástico e intimista que é O Unicórnio.

 

O maior inimigo da peça não foi a iluminação de um cenário pobre, mas a coragem do diretor Juarez Dias em tentar adaptar para uma linguagem cênica um texto com a complexividade literária que é O Unicórnio.

 

Ainda sim o diretor leva o mérito de se arriscar bastante. Ficaremos na expectativa de como será a próxima adaptação de Juarez Dias, uma incógnita? Torcemos sim, para que ele continue arriscando.



Escrito por Dublês de Poeta às 15h53
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Congresso Intercom 2006 

Intercom 2006, de 6 à 9 de Setembo em Brasília na Universidade de Brasília - Faculdade de Comunicação
ICC Norte, Bloco A - Campus Universitário Darcy Ribeiro - Brasília

Inscrições abertas até 19 de Agosto : Associados pagarão  200,00 reais , Não sócios 400,00 e Graduandos 140,00 reais. Para aqueles que não podem pagar e querem ir ao Congresso Internacional de Comunicação, podem ir sem problema. Só não receberão o certificado de presença (para você mostrar à sua mãe) e nem o guia de datas de cada evento (para você não ficar perguntando aos estagiários da Unb onde está acontecendo isso ou aquilo).

Como entrar sem pagar um tostão:

Os curiosos e atentos estudantes de comunicação poderão assistir às palestras normalmente. Terão livre acesso à Universidade de Brasília. Poderão participar dos eventos culturais, assistir as apresentações de teses, discussões e feiras de livros. Só algumas palestras mais requisitadas, como a do ano passado no Rio, onde os apresentadores William Bonner e Fátima Bernardes, do JN, participaram como palestrantes. O auditório encheu, mais pela performance de celebridades do que pelo conteúdo a ser exibido numa palestra.

 

Palestras assim, com personalidades famosas do mundo da comunicação, precisam ser reservadas com antecedência. E para isso a pessoa precisaria mostrar o seu crachá de inscrição. Mas nada que uma boa indumentária e uma cara de conteúdo não resolvam o problema. Afinal, meu caro, você tem direito à educação, quando não paga muito caro por ela.

  

Como ir a Brasília sem pagar nenhum tostão:

Isso já é mais difícil. Mas você deve procurar o Diretório Acadêmico da sua Universidade e pedir informações. Geralmente o transporte pela Universidade sai bem mais em conta. Mas isso depende muito de cada Diretório Acadêmico em viabilizar essa viagem. A UFMG, por exemplo, disponibilizou ônibus de graça para o Intercom 2005 no Rio de janeiro.

 

Por que você deve ir:

Como é um evento internacional, você terá a honra de assistir ao vivo, aulas de alguns comunicólogos que você estuda por livros. Você fica por dentro de tudo que há de mais moderno e inovador dentro da área de comunicação. Fica por dentro das tendências e das últimas descobertas científicas. E uma grande aula além de ser uma grande encontro entre os estudantes de comunicação de todo o país. E caso você não queira entrar na Unb, nos arredores da universidade vai estar cheio de bares, botecos, discotecas, clubes. E toda a programação da cidade é envolvida pelo congresso. Outras informações aqui no Site.



Escrito por Dublês de Poeta às 10h48
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Construindo controvérsias, esta crônica suscita as mais variáveis críticas, dos mais variáveis críticos. (Estas críticas, autores, este site e as pessoas mencionadas, são mera verossimilhança de uma vida irreal, com toques de realidade para dar gosto de humor).

 

Vende-se uma crônica de amor

 

Amor só para escrever: porque ninguém suporta um amor de verdade - ninguém ama sinceramente um amor e seu amante (...) Ele deteste telefone, é anti-social e se diz escritor.  Até é um bom par para se apresentar às amigas. Mas não sabe nem dançar forró, que é o básicão, oh Deus! – Caiocito

 

Resposta à uma Crônica de Amor de Caiocito Campos - (com áudio de Akasha de Lioncourt, para quem não sabe ler). Mix de Sereníssima, música de Yanni. Editora Recanto das Letras . De R$ 22,00 por apenas R$ 21,99.

 

Leiam o que os críticos, dos mais conceituados veículos de comunicação, disseram sobre o texto e sobre o autor: 

 

Existem pessoas nas quais um constante repousar em si mesmas, e uma harmoniosa disposição das faculdades, o são tão próprias que lhe repugna qualquer atividade dirigida para um fim”. Plínio Sgarbi

 

“Um Poema” - Marcos Roberto de Oliveira

 

“Apesar de não concordar com algumas idéias do texto, nem por isso deixo de aplaudi-lo como obra de arte que é. O Texto é bom. Bem construído”. - Rogério Silvério de Farias

 

“Escrita de sensibilidade fascinante” – Alcione A.L.

 

“Bonitinho. Mas não tem a marca impecável de outros tempos. Caiocito poderia ter usado um pseudônimo para não se descaracterizar tanto.” Campos Culturais

 

“Crôniquinhas para colorir enquanto você dorme.” – Dublês De Poeta

 

De que adianta dizer frases que soam como ótimas ilusões, alusões.  Encantar com seu brilhantismo, espontaneidade.  E declamar um amor de “boca de poeta”. Meu bem, você me faz suar.” Ivone Lobato Bentes

 

“Não podemos deixar de dizer que é ruim, nem tão pouco negar o lado bom. A falta de originalidade é tão visível que nos abre os olhos para uma leitura audível. Lembra-me algo de petista com traços muito lógicos de direita” – VEJA- Diogo Mainardi.

 

“Bonitinho, pero ordinário” – Nelson Rodrigues

 

“Tem presença de perispírito, uma densidade politérica, é quase um mantra ao Deus Cronos declamado por Júpter” Paulo Coelho & Mestre de Rose



Escrito por Dublês de Poeta às 10h22
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UM TEXTO MEU QUE EU ACHEI NA INTERNET

Escrito por Dublês de Poeta às 16h46
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Autores:

Caiocito Campos, sofista inventor de teses obscuras e opinista esteta comportamental.

Plínia Campos, advogada que está quase fazendo qualquer coisa, sendo este quase, mínimo.

dublesdepoeta@yahoo.com.br


 
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