Comentário que aqui estou.
A barriga ronca, a cabeça dói, o sol pinica a pele debaixo da roupa. O banco da praça já recebeu aproximademente uns cem cus, só pelo horário, my dirty mouth... Mas isso tudo é insignificante. Não passo o olho em jornal há dias. Tenho dormido bastante, fumado demasiadamente muito - demasiadamente muito é algo que sempre quis dizer. Não tem jeito, fugimos à regra, somos orgulhosamente originais, banais, e ainda sim, uma massa coletiva da mesma merda, pensando em repartir seu conhecimento e receber alguma gratidão, alguns poucos que o reconheçam.
Não é fácil ser alemão, não existe niilismo na terra do sol. Antes que o aquecimento global chegue de vez, declamem suas poesias e abram seus blogs. Contesto querer achar alguma coisa neste texto, alguma continuidade. Seria melhor parar, seria menos constrangedor. Quando não se é engraçado, nem poético, nem filosófico, nem esteta, apenas mais uma lápide cheia de adornos. E agora Adorno faz o maior sentido. Tudo que vai para a mídia perde o seu valor, o seu conceito.
As coisas quando perdem o sentido se tornam mais adornas.
Escrito por
Dublês de Poeta
às
10h48
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