Sobre a próxima edição do Jornal Impressão e alguns palavreados.
Conhecem a palavra ideofagia? E os diminutivos eruditos de professor? Profésulo, Profesúculo e Profesículo? O senso de humor e o ridículo explicarão tais neologismos.
Meu texto não abre questões, abrem bocas e constrange lábios sisudos contra a própria vontade. Vocês já viram aquelas pessoas que tampam a boca quando riem? Elas não estão tampando apenas sua banguela, mas escondendo a vergonha como quem esconde a própria bunda. E o riso forçado é um tipo de estupro que entra pela garganta e se instala no que restou do cérebro
***Todo mundo tem que saber de uma coisa: Fabrício Marquês de Sapo caiu (obrigado pela careta, não foi piada é coisa séria), professor diminuto de Edição Jornalísticamente da faculóide UNI-Beagá, atualmente demitido da FUMÉCULE. Esse guru sem calças achou bastante tempo para mergulhar em seus livretos, proesias, blogzinho e em seus protestículos contra sua demissão. Mas com tantos mergulhos, sobrou pouco tempo para ensinar natação, hein, Fabricículo peixuxa?
Fabrinócio sempre esteve atrás de seu próprio prestígio, laka e chokito, erro áureo para um professore placebo. Através do Impressão, Febrécio e sua febre por ostentações e títulos, sai em revistas e em jornais sorrindo feito um sapo fumante. O Impre-ção em si é uma porcária, nada de ousadia ou inovação, é conservador em conserva, uma azeitona verde. A redação do In pressão parece mais um prostíbulo de neófitos da palavra. Mas o fabrício, fêssor minúsculo, ah, “esse” caricatura é o máximo, sua bazófia é insuperável, tem a receita certa para o jornal continuar ganhando nótoris premius. (fabrício é da mesma laia (lacraia) de wanir com pêlo e hamilton frôris).
***Quando você enxerga a profundidade em tipos como esses, pode saber que já é raso o bastante para parar de pensar. Sobre a primeira pergunta sobre o significado de ideofagia, ao sair a próxima edição do Impressão a resposta vira por si só.
Escrito por
Dublês de Poeta
às
21h46
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