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Meu estilo é trèz chic mon amour, jouit.
Dica: para ampliar sua visão, use binóculo. Lamparina debaixo d’água vê-se três metros além da profundidade padrão – isso é o que vale a dois quilos de Platão, muita coisa. Portanto, não procure filosofia em cu de chifre. O caos vem bater na porta, tão sedutor quanto o ar das seis da tarde. E quando menos esperar, sua desconfiança cartesiana vai cair do ceú da sua boca e vai fracionar o seu lábio. A sabedoria, babe, é um velho chato e barbudo dizendo um monte de coisa importante que você vai esquecer loguinho. Aí vem alguém dizer, “mas é um blogue infantil, percebe-se pelo layout”. Eu com o dedo “aqui procê” na testa, franzindo o cenho, clic clic. Postei.
Escrito por
Dublês de Poeta
às
13h15
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Ave Jornalismo.
Não achei nada mais religioso e prático do que rir da crença dos estudantes de jornalismo. Essa faculdade. Esse ateliê de lolitas. Aquilo tudo me abre o apetite de verdade. Esse bistrô de típicos, esse deboche, essa anedota supersticiosa.
Essa coisa toda viciada, diluída e preguiçosa, esse enfeite de puta pobre. As pessoas se espantam, eu implico com elas. Elas são atraídas pelo que há de mais psicopata e sujo e decadente e morto. Pederastas, pedófilos, gays, otimistas, crentes, jornalistas... mas não posso provar nada.
Escrito por
Dublês de Poeta
às
09h24
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Originalidade é não ter estilo, ao ponto de ninguém conseguir copiá-lo.
Escrito por
Dublês de Poeta
às
17h09
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Campanhas & blogues.
Acabou a campanha “troque seu decote velho por uma poesia brega”, por motivo de contenção de contingentes. Quanto ao movimento “Foda-se Nietzsche” - por uma vida menos espetacular na web – acabou por falta de significado mesmo.
Entrei na campanha do ócio circunstancial do meme: “ Livro-me do Livro ”. Cujo objetivo é a prática do desapego através do abandono de um livro em via pública. O livro escolhido foi “Princesinha de babilônia” do Voltaire. Da coleção de R$ 2,99 da Editora Escala. Deixei um bilhetinho com o manual do usuário: “por favor, leia-me, sou velho, não valho e sinto nojo de sebo”.
Acabou o carnaval e vai ter um monte de blogueiro escrevendo sobre esse fim. O sentimento que tenho sobre o carnaval que passou, por exemplo, é o mesmo que tenho quando olho para a minha bicicleta velha, enferrujada e escorada num canil sem cachorro. Pronto, não me contive.
Escrito por
Dublês de Poeta
às
16h09
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Autores:
Caiocito Campos, sofista inventor de
teses obscuras e opinista esteta comportamental.
Plínia Campos, advogada que está
quase fazendo qualquer coisa, sendo este quase, mínimo. |
dublesdepoeta@yahoo.com.br
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