Ave Jornalismo.
Não achei nada mais religioso e prático do que rir da crença dos estudantes de jornalismo. Essa faculdade. Esse ateliê de lolitas. Aquilo tudo me abre o apetite de verdade. Esse bistrô de típicos, esse deboche, essa anedota supersticiosa.
Essa coisa toda viciada, diluída e preguiçosa, esse enfeite de puta pobre. As pessoas se espantam, eu implico com elas. Elas são atraídas pelo que há de mais psicopata e sujo e decadente e morto. Pederastas, pedófilos, gays, otimistas, crentes, jornalistas... mas não posso provar nada.
Escrito por
Dublês de Poeta
às
09h24
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