Segundo os monges tibetanos, as mulheres lindas nao tem cu. Apenas um orifício esférico que uma vez e outra, por distração, elas nos permitem que enfiemos nosso pênis.

 



Escrito por Dublês de Poeta às 12h13
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EU NUNCA SOUBE DE NADA
SEMPRE TRAPACIEI


Escrito por Dublês de Poeta às 10h50
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Deus é um bundão preguiçoso
 
Essa frase é do meu pai. Quando eu era criança trabalhava com ele de segunda a segunda numa Banca de Revista - agradeço à Editora Abril e Escala por todo meu conhecimento filosófico - voltando à conversa sobre meu labuto infantil, cansado, pedi ao meu progenitor que me desse um dia de descanso durante a semana. Dei a argumentação de que até Deus descansou no sétimo dia, na qual meu pai replicou: Deus é um bundão preguiçoso. Foi aí que se deu minha primeira implicância com Deus.
 
E é verdade. Nem que Deus não fosse tão preguiçoso assim. Mas convenhamos, Deus foi pouco criativo. Pudera, como alguém criaria algo que prestasse no mundo sem referências como as de Shakespeare, Bach, Goethe, Flaubert, Homero, Da Vinci e etc? Tudo que ele criava ele achava bom. Tirando a mulher, Deus fez poucas coisas bonitas. Mar, joaninhas, borboletas, passarinhos, arco-íris. Deus é um cafona. E os pêlos no corpo? Deus é antiestético. Deus foi pouco imaginativo; criou apenas quatro estações, apenas quatro elementos. O estado natural das coisas é a manifestação total de falta de criatividade de Deus.
 
Eu não sou ateu. Até acredito que Deus exista, apenas não gosto dele. Prefiro rezar agradecendo Rimbaud a rezar agradecendo por Deus. Rimbaud me deu muito mais coisas na vida. Drummond nunca me negou nada. A Literatura inglesa é meu velho testamento. Os poetas franceses me batizaram. E até Hoje eu converso com Nietzsche. Tem pessoas que não acreditam que eu converso com Nietzsche. Essas mesmas pessoas vem me dizer que Deus disse a elas isso ou aquilo em orações. Poxa, Deus, aquele preguiçoso, se ocupou com você, porque Nietzsche, baudelaire, Rimbaud, Proust, não podem ter um tempinho comigo?



Escrito por Dublês de Poeta às 17h00
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Gauche et veule

 

Paris é uma Festa, escreveu Hemingway. Mas São Paulo é aquele lugar que sempre paramos depois das festas. São Paulo tem Lábios de outdoors estampados, que cessam em lânguidos olhares o subliminar convite de um sorriso galante que insiste em se alojar numa face impudica.

 

Aprendi que poetas nunca pagam a conta. Percebi que boca não tem costura, e minha etiqueta é mais embaixo. Posso emitir mais meia-dúzia de palavras destiladas e aprazíveis que soam como coquetéis caribenhos, em troca de uma carência, babe.

 

Por algum momento, aqui em sampa, me senti enlevado por uma pomba urbana vestida de albatroz. Eu sempre me arrependo quando faço a coisa certa. Não foi o caso, nesse dia eu acordei com a consciência tranqüila, leve. 



Escrito por Dublês de Poeta às 04h38
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Liberté

 

a resiliência do olhar enquanto resposta ^

Não entendo nada de arte. Mas acho que é algo parecido com o que eu vi acontecer agora pouco na facu: Uma garota muito bonita veio perguntar algo incompreensível para dois rapazes muito feios. Os dois rapazes não entenderam o que a menina perguntou e fizeram cara de "narciso acha feio o que não é espelho". Eles não entenderam e ainda comentaram: "confusa ela, né?". Deu vontade de ir atrás da garota linda e falar: "ei, garota bonita, você achou o que estava procurando, eu!".



Escrito por Dublês de Poeta às 21h39
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Habemus Post

Vou escrever o que eu chamo de a resiliência do olhar enquanto resposta. É um olhar volúvel que necessitamos projetar se almejamos ser originais, o que não significa nada, nada mesmo. E que a título de pretexto, não tem nenhum, hã?. Afirmo apenas algo que não é preciso exame de consciência para concebê-lo e soará como se fosse clichê, mas será tão universal que é impossível não sentir empatia ou compaixão:

Qualquer pessoa mediana, que já tenha lido mais de cem livros na vida, pode escrever qualquer coisa que será genial para uma outra pessoa que leu apenas dez. E esse exemplo segue para todos os seguimentos da vida.Tão sábio quanto a legalização do topless em Guarapari, sim?

O resto é imitação. Aleluias.



Escrito por Dublês de Poeta às 21h05
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Autores:

Caiocito Campos, sofista inventor de teses obscuras e opinista esteta comportamental.

Plínia Campos, advogada que está quase fazendo qualquer coisa, sendo este quase, mínimo.

dublesdepoeta@yahoo.com.br


 
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